quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Avesso do Avesso

Segundo a natureza de cada um, em nossa maioria somos todos do bem. Ninguém é de todo ruim e muito menos só bondade, afinal não matamos e não roubamos. Trazemos do berço ou de vidas já vividas a marca do temor a Deus, de personagens idolatrados e ou divinizados, e,  a sua ira e supostos castigos.
A vida nos prega muitas peças, mas, na maioria das vezes nós mesmos vivemos de forma a espalhar essas armadilhas pelo caminho e inevitavelmente cedo ou tarde seremos pegos por elas. 
Somos do bem... Não matamos mais o nosso semelhante para perpetuar o nosso domínio sobre o suposto mais fraco. Isso só prova que  no decorrer dos tempos nos tornamos cada vez mais racionais em nossa quase totalidade. Porem esse mal  ainda nos aterroriza, pois, esse tipo de animal ainda coexiste entre nós.
Não roubamos, não falamos de ninguém, não desejamos e nem faríamos mal a uma mosca, não sentimos ciume, inveja, ira, desejo e não cobiçamos o que não nos pertence. É claro que, o que já é nosso, é porque tinha que ser.
Bom seria se assim o fosse, tudo depende das circunstancias, do ponto de vista e a posição em que nos colocamos diante das situações vividas ou que estão por vir. Instintivamente ou descaradamente, muitas vezes nos escondemos, nos colocamos numa zona de conforto e auto defesa, tentando sempre maquiar a nossa realidade pessoal, o que é humano e perfeitamente natural.
Transgressor é aquele que de forma gratuita sem nenhuma causa aparente, usa de violência física ou moral para conseguir o que quer ou se defender do que muitas vezes só exite em sua imaginação. Don Quixotes que em nada se assemelham ao da literatura.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

“AS DROGAS ASSEMELHAM-SE A CERTO SENTIMENTO...”

No principio, frágeis criaturas se acham senhores de si, que podem resistir e controlar as investidas do perigo que as espreita e que um pouco disso ou daquilo é inofensivo, quiçá, benéfico para apimentar as suas paixões e desejos. Por fim, adoecem e se tornam dependentes, esquecem de tudo e de todos e passam a viver em função desses males. Possuídos por um sentimento possessivo e de auto-piedade, se jogam de cabeça nesse abismo, destruindo suas vidas, tornando reféns a aqueles que as cercam e as amam, salvo aqueles que, exaustos, com suas estruturas abaladas, se cansam e desistem do camicaze, que por sua vez pode se tornar agressivo e não raro homicida.

Acontece nas melhores famílias, porem estes nós não os escolhemos, desistir deles é desistir de si mesmo. Agora, acerca do sentimento referido, vigiai, pois estes, sempre haverá tempo de se reparar o mal. O que pode nos parecer um sonho pode vir a se tornar um pesadelo real...

“Não brinque com as DROGAS e nem com o CIÚME...”

O individuo possessivo ou com a alma dominada pelo ciúme, por onde passa prepara sempre um terreno favorável ao seu intento. Em geral aparenta ser dócil, generoso, prestativo, amigo e companheiro entre os que os cercam. Contrariando sua personalidade instável, demonstra ser sociável, liberal, e livre de preconceitos. Algumas pessoas até o (a) admira...

Pois bem! No primeiro conflito quem é a vitima?

Como a dependência química, o ciúme é uma doença que pode acometer a qualquer um. Em geral esses seres dignos de piedade e tratamento psíquico ou de choque, perdem o amor próprio, a auto-estima, a capacidade de enxergar beleza alguma no mundo, bondade ou virtude em quem quer que seja, tornam-se uma farsa, vampiros, mortos vivos a espreitar, vigiar, alucinar e obsedar a vitima de fato...

Não permita que ninguém exerça nenhum poder sobre você, isso não é amor! Ninguém sai ileso de uma separação, principalmente quando há filhos, não é nada fácil, mas, é preferível encarar a vida de frente, a viver sobre a batuta desses doentes, tenha coragem, determinação e amor próprio, e, lembre-se que ninguém jamais estará sozinho.

Existem varias maneiras de amar, a, formula ideal é aquela onde cabe não só a pessoa amada, mas, tudo aquilo que vem com ela e tudo aquilo que os cercam. Quem não é capaz de amar com o livre arbítrio de Deus, não é capaz de amar a criação muito menos a criatura ou a si mesmo.


Não podemos comparar, determinar ou exigir que o outro nos ame da mesma forma que nós o amamos. Ame com sobriedade e deixe livre a quem você ama. O amor fraterno nos acompanhara para sempre através do tempo e do espaço, mesmo que os corpos se separem.